Esta funciona com ela. Tudo que você vai ver nas próximas telas roda de verdade — no seu navegador, agora, enquanto você lê. Sem vídeo gravado, sem maquete, sem promessa.
Toque no microfone e diga uma frase — invente uma consulta, leia um parágrafo, conte o seu dia. O reconhecimento de fala roda dentro do seu navegador: o áudio não sobe para nenhum servidor, nem o nosso, nem o de ninguém. É o mesmo motor que transcreve consultas médicas na nossa plataforma.
Numa operadora ou num hospital, este mesmo trecho vira evolução, laudo, encaminhamento ou receita — estruturado e pronto para o prontuário. O áudio nunca precisa deixar o dispositivo do profissional.
Quase toda telemedicina do Brasil roda em cima de Zoom, Teams ou Meet. A consulta — e o dado dela — atravessa servidores de outro país. A TELI construiu a pilha inteira: sinalização, STUN, TURN e SFU próprios, em servidor nacional. Acompanhe o pacote.
Não é só soberania: menos saltos é menos latência. E porque o SDK é nosso, ele entra dentro do seu produto — do aplicativo do beneficiário à cabine de atendimento — com a sua marca, não com a de terceiros.
O campo abaixo é um RAG de verdade, rodando aqui na página sobre um acervo a respeito da própria TELI. Pergunte. Cada resposta vem com o documento de onde saiu. E quando a pergunta estiver fora do acervo, ele não inventa: ele avisa.
Numa operadora, o acervo deixa de ser sobre a TELI e passa a ser o seu: protocolos clínicos, regulamentos de cobertura, notas técnicas, o histórico do beneficiário. O mecanismo é este — e a citação é o que separa uma resposta auditável de um chute bem escrito.
Milhões de brasileiros com deficiência visual encontram, na saúde digital, telas que não conversam com eles. Quase nenhuma plataforma permite marcar e fazer uma consulta sozinho — sem pedir ajuda, sem entregar a senha a um parente. O botão abaixo apaga a tela e entrega a página à voz e ao teclado. Experimente por trinta segundos.
Você sai a qualquer momento com Esc.
Cadastro, agendamento, sala de espera, consulta em vídeo e recebimento de documentos — tudo operável por voz e leitor de tela.
Autonomia real: a pessoa não precisa de alguém que enxergue ao lado para cuidar da própria saúde.
A mesma camada atende baixa visão, idosos e quem tem pouca intimidade com telas — que é boa parte de qualquer carteira.
Chatbot responde pergunta. Agente trabalha. No Colosseum, agentes com especializações diferentes analisam o mesmo caso em paralelo — cada um pela sua ótica — e depois consolidam. Acompanhe uma solicitação de ressonância chegando.
Recuperar o laudo dos 40 dias antes de autorizar, com devolutiva ao solicitante dentro do prazo regulatório. A decisão final permanece com o médico regulador — o agente prepara, não assina.
O ganho não é a máquina decidir. É o médico regulador receber o caso já instruído, com a duplicidade encontrada e o prazo sinalizado, em vez de descobrir tudo isso à mão.
Modular: você liga o que precisa, quando precisa. Abaixo, o que está em operação hoje e o que está no caminho — dito com todas as letras, porque promessa vendida como entrega custa caro nos dois lados.
Infraestrutura nacional, ou dentro do seu próprio ambiente, ou híbrido — você escolhe. O áudio das consultas pode ser processado localmente, como você acabou de ver acontecer no capítulo um. Nada obriga o dado sensível a sair do país.
Empresa brasileira, fundada e dirigida por um médico com engenharia própria — não é fornecedor genérico de TI que descobriu a saúde ontem. Programa de computador registrado no INPI, marca depositada, plataforma no ar com uso clínico real.
A próxima etapa não é uma proposta de cem páginas. É meia hora numa chamada — na nossa própria plataforma, naturalmente — para entender o que dói aí dentro e desenhar o menor piloto possível que prove valor sem mexer em nada que já está contratado.
Esta página é, ela mesma, um produto TELI: a transcrição, a busca com citação e a narração por voz que você usou rodaram no seu navegador, sem servidor no meio.